Sobriedade Emocional e Amor

Hoje vamos compartilhar com nossos seguidores uma história real que o “Amor-Exigente dá certo” em nossas vivências. Quem conta é Maria Helena Ferramola, voluntária do Amor-Exigente, em Campinas, no interior de São Paulo. “Em 1992, não havia mais um lugar onde eu pudesse me esconder de mim mesma. Destroçada pelo fim do meu casamento, recorri a todas as tentativas de mudança: terapias convencionais e alternativas. Eu me dispus também para que Nosso Senhor fizesse um “milagre” e revertesse toda uma situação que, por mais que eu tentasse melhorar, me levava cada vez mais para o fundo do poço, física, mental e espiritualmente”. “Todas as experiencias anteriores, fora a fé (pouca), que me conservava longe de um pretenso suicídio, não conseguiam fazer com que os alicerces de minha segurança não estivessem abalados”, diz Maria Helena, em seu relato ao livro “Prevenção com Amor-Exigente – Antes que coisas ruins aconteçam”, escrito por Dona Mara Silvia Carvalho de Menezes, cofundadora do AE e membro do conselho deliberativo da FEAE (Federação de Amor-Exigente).

Na ocasião do relato Maria Helena disse ainda que “faltou-me “tudo”, menos a finita imagem da presença de Deus (naquele momento), que sem dúvida alguma foi a que trouxe para minha vida e de minhas filhas o Amor-Exigente”. “Como o milagre que eu tanto desejava, o AE chegou em um dia de festa, a inauguração da Casa Jhimmy da Apot, pelo reencontro com Mara Silvia”, ela relembra. “Mesmo sem saber se era eu mesma, com seu jeitinho todo especial, ela me convidou: “Apareça terça-feira no grupo CACO”, e me deu o endereço”.

Terça-Feira – A partir daquela terça-feira de 1992, Maria Helena diz que seus dias foram uma constante mudança “para que minha vida vá cada vez melhor” e para que realmente todos os dias sejam “o primeiro dia de minha nova vida”, ela afirmou.

Reformar é mais difícil do que construir, mas não impossível “se você tem esperança em você mesma e na obra de Deus em sua vida. Somos imperfeitos, humanos, inacabados, limitados. Esta é a grande alavanca que encontrei no Amor-Exigente, para que, com aceitação e fé, eu pudesse caminhar para uma reforma do meu temperamento”. “Não sou a mesma do passado, não é fácil, mas não me sinto mais ameaçada, não me escondo de mim mesma”.

Para a voluntária, o Amor-Exigente foi e é, a grande obra de Deus em sua vida. “É através do AE que alimento minha fé, acreditando no verdadeiro amor”.

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