“Túnel do Tempo”: Padre Haroldo, Amor e o Natal

Hoje o nosso “Túnel do Tempo” é especial. Vamos recordar e viver, uma reflexão do nosso eterno e querido padre Haroldo Rahm, fundador do Amor-Exigente e presidente de honra da FEAE (Federação de Amor-Exigente), publicado originalmente na “RevistAE” em dezembro de 2013. Trata-se do Amor de Natal.

Na época, o padre explicou que o princípio básico de Amor-Exigente para Natal é o amor. E amor com respeito, sem egoísmo, sem comodismo deve ser também um amor que orienta, educa e exige. “Amar não é fazer tudo pelas pessoas ou dar-lhes tudo o que é possível. Amar é essencialmente dar condições para que saibam escolher o que é correto e bom para si próprios e para os outros. Amo você, só não aceito o que você está fazendo de errado”.

Em recuperação, principalmente no início, o dependente químico precisa aceitar que é por causa deste amor que ele vai ficar limpo pedindo a ajuda de Deus. “Peço a Deus que ele me ajude a morrer para o mundo e nascer de novo. Prefiro, por causa dele, ser desprezado e ignorado sobre esta terra”, afirmou o padre, citando uma passagem bíblica.

O texto prossegue com o padre Haroldo, refletindo sobre o amor de Natal: “Naquela noite, enquanto Maria e José cuidavam de Jesus, aconteceu uma coisa estranha nas colinas mais próximas. Um grupo de pastores, que zelava por suas ovelhas, viu um anjo. Ficaram assustados. Nunca tinha visto um anjo antes, e a noite clareou com a presença dele”. “ O anjo disse: “Não tenham medo. Tenho uma grande notícia! Nesta noite, o Salvador nasceu em Belém. Vocês saberão que isto é verdade quando encontrarem o bebê numa manjedoura. De repente, havia anjos ao redor dos pastores e eles cantavam: “Glória a Deus nas alturas e paz na terra a todos a quem ele quer bem”. Depois que os anjos se foram, os pastores entreolharam-se deslumbrados”, contou o padre Haroldo, relembrando ainda que de repente, havia anjos ao redor dos pastores e eles disseram: “Vamos a Belém para ver se encontramos o bebê que será o nosso Salvador”.

Assim, continuou o padre Haroldo, correram para a cidade e logo encontraram Maria, José e o menino deitado em uma manjedoura. “Ajoelharam-se e adoraram Jesus como seu Salvador e Senhor. Maria e José os observavam, e Maria pensou muito sobre o que tinha acontecido e no que eles haviam dito. Ela nunca se esqueceria daquela noite. E nós com Maria vivemos o Natal”.

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